28/10/2009

Regresso

Renovado, regresso consciente de ter renascido. Grato a quem se empenhou e me deu apoio. Afastado das palavras e não das pessoas (algumas). Na sua ausência entrego-me ao silêncio da pintura.
Mudanças em curso. História a cumprir-se. Destino incerto, tal como o caminho, vago é ser lúcido porque não se adivinha. Não sei para onde vou, sei que não fico por aqui. Rumo além de mim.
Na apatia aparente revi gestos, palavras e gente.
Se com pedras se ergueram castelos (e também se destruiram) com pedras se fizeram estradas e barraram caminhos. Quero o meu livre, para fazer de algumas marcos da minha passagem.

4 comentários:

Paula Raposo disse...

Estou muito contente por ti!
Estou completamente desnaturada porque ainda não te telefonei para nos encontrarmos...quando o trabalho abrandar combinamos, ok?
Muitos beijos, até lá...e sempre!

Maria disse...

Que bom ler-te novamente.
Fico contente por saberes que não ficas 'por aqui'...

Beijo

Graça Pires disse...

É bom teres voltado. E renascido...
Um abraço.

Anónimo disse...

Amei seu poema, e sei o que é ter "voltado", espero que continue nos abrilhantando com suas palavras mágicas ainda por muito tempo.