06/05/2007
MÃE de A a Z
Mãe é afago, beijo primeiro, carinho, dedicação, embalo no colo,flor delicada, guarda-nocturno, história para dormir, imagem eterna, jogo do esconde-esconde, lágrima escondida, música no coração, natal de todos nós, olhos belos, palavra mágica, quarto arrumado, remédio certo, sopinha quente, ternura no estado puro, uva sem grainha, vigilante atenta, xi-coração, Zero de medo, etc.
05/05/2007
Fobias de A a Z
A TSF passou, a 6/5, uma excelente reportagem sobre fobias. A não perder "Prisioneiros do Medo" (arquivo)
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Fiquei a pensar nos medos que nos afectam e no modo como se reflectem nas nossas atitudes e comportamentos. Seria útil ter um BIF (Bilhete de Identificação de Fobias).
O abecedário está quase todo a(in)fectado. Que saiba, apenas as letras K, Y e W, escapam às fobias. Há fobias para todos os desgostos.
Não sou psiquiatra, mas tento reparar as minhas próprias mazelas. Se necessário, recorro à minha caixa de ferramentas e tapo um buraco, penduro ou mudo um quadro, troco uma lâmpada, dou uma pintura, acabo com o ping-ping da torneira, aperto um parafuso, calafeto uma porta, enfim… pequenos trabalhos de animal auto-doméstico. Quem é que não tem uma chave de parafusos, um martelo e um alicate? É o mínimo!
Não há desculpa para não ter. Vá já, a uma das lojas do chinês da sua rua, e compre um Kit a seu gosto. Faça você mesmo a sua pequena reparação. Os grandes estragos requerem especialistas.
O tempo ensina-nos a reparar males menores. Os grandes, ficam para dias melhores, piores ou para dia de S. Nunca (adoro este Santo, ninguém sabe a sua história mas é o que tem mais devotos).
Finalmente percebi porque, a dado momento, andei com A, B e C. Como? Continuo a falar de fobias!
Das minhas, só falo na presença do meu cão.
Pensem em alguém que conheçam bem (mãe, pai, avós, amigo de infância) e/ou que conheçam mal (V. Ex.ª, colega de trabalho, namorada/o, cônjuge, filhos). Arrisquem associar uma, ou mais, das iniciais dos nomes de cada pessoa às respectivas letras das fobias. Eu já o fiz e até comecei a elaborar o mapa fobínico com todos eles. Escolhi algumas, por aquela ou aqueloutra razão:
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Biofobia - medo da vida
Cronofobia - medo do tempo
Dipsofobia - medo de beber
Ergofobia - medo do trabalho
Fronemofobia - medo de pensar
Gnosiofobia - medo do conhecimento
Hominofobia - medo de homens
Ideofobia - medo de ideias
Japanofobia - medo de japoneses
Logofobia - medo de palavras
Metrofobia - medo ou ódio de poesia
Neofobia - medo de qualquer coisa nova
Ometafobia ou omato - medo de sonhos
Papirofobia - medo de livros
Quiraptofobia - medo de ser tocado (a)
Ritifobia - medo de ficar enrugado
Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)
Tafofobia ou tafefobia - medo de ser enterrado vivo
Uranofobia - medo do céu
Verbofobia - medo de palavras
Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos
Zeusofobia - medo de Deus ou deuses
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Fiquei a pensar nos medos que nos afectam e no modo como se reflectem nas nossas atitudes e comportamentos. Seria útil ter um BIF (Bilhete de Identificação de Fobias).
O abecedário está quase todo a(in)fectado. Que saiba, apenas as letras K, Y e W, escapam às fobias. Há fobias para todos os desgostos.
Não sou psiquiatra, mas tento reparar as minhas próprias mazelas. Se necessário, recorro à minha caixa de ferramentas e tapo um buraco, penduro ou mudo um quadro, troco uma lâmpada, dou uma pintura, acabo com o ping-ping da torneira, aperto um parafuso, calafeto uma porta, enfim… pequenos trabalhos de animal auto-doméstico. Quem é que não tem uma chave de parafusos, um martelo e um alicate? É o mínimo!
Não há desculpa para não ter. Vá já, a uma das lojas do chinês da sua rua, e compre um Kit a seu gosto. Faça você mesmo a sua pequena reparação. Os grandes estragos requerem especialistas.
O tempo ensina-nos a reparar males menores. Os grandes, ficam para dias melhores, piores ou para dia de S. Nunca (adoro este Santo, ninguém sabe a sua história mas é o que tem mais devotos).
Finalmente percebi porque, a dado momento, andei com A, B e C. Como? Continuo a falar de fobias!
Das minhas, só falo na presença do meu cão.
Pensem em alguém que conheçam bem (mãe, pai, avós, amigo de infância) e/ou que conheçam mal (V. Ex.ª, colega de trabalho, namorada/o, cônjuge, filhos). Arrisquem associar uma, ou mais, das iniciais dos nomes de cada pessoa às respectivas letras das fobias. Eu já o fiz e até comecei a elaborar o mapa fobínico com todos eles. Escolhi algumas, por aquela ou aqueloutra razão:
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Biofobia - medo da vida
Cronofobia - medo do tempo
Dipsofobia - medo de beber
Ergofobia - medo do trabalho
Fronemofobia - medo de pensar
Gnosiofobia - medo do conhecimento
Hominofobia - medo de homens
Ideofobia - medo de ideias
Japanofobia - medo de japoneses
Logofobia - medo de palavras
Metrofobia - medo ou ódio de poesia
Neofobia - medo de qualquer coisa nova
Ometafobia ou omato - medo de sonhos
Papirofobia - medo de livros
Quiraptofobia - medo de ser tocado (a)
Ritifobia - medo de ficar enrugado
Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)
Tafofobia ou tafefobia - medo de ser enterrado vivo
Uranofobia - medo do céu
Verbofobia - medo de palavras
Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos
Zeusofobia - medo de Deus ou deuses
03/05/2007
Chicago
30/04/2007
Código de barras
Cada dia é uma peça
da máquina do tempo
Caminhar sem pressa
Viver cada momento
Cada ser um produto
com genes certificados
Cada alma um reduto
Códigos não decifrados
Na origem a essência
No destino a mais-valia
Imagem é a referência
Rotulada mercadoria
Na linha de montagem
Etiquetas são amarras
Para evitar a clonagem
Quero código de barras
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Pedro Arunca
2007/04/30
28/04/2007
Ter ou não ter eis a razão
Quem pouco tem, a tudo dá valor
Quem algo perdeu, só depois valoriza
Quem muito tem, muito mais quer
Quem tudo tem, a nada lhe sabe
Quem tudo quer, nada alcança
Quem tudo inveja, nada merece
Quem tudo merece, às vezes nos esquece
_________
Pedro Arunca
2007/04/28
Quem algo perdeu, só depois valoriza
Quem muito tem, muito mais quer
Quem tudo tem, a nada lhe sabe
Quem tudo quer, nada alcança
Quem tudo inveja, nada merece
Quem tudo merece, às vezes nos esquece
_________
Pedro Arunca
2007/04/28
26/04/2007
Aqui Terra, chamando...escuto
Hoje vou na prosa. 4 h da manhã e revejo o dia que passou. Vou à cozinha, ligo a torradeira e aqueço o leite. Dei por mim a rir dum poema imaginado, mordido pelas traças. Lá irei. O que fiz ontem: duas sobremesas, almocei rancho, escrevi um poema, liguei a Net e estive lá com alguns amigos. Não sei se o Chelsea ganhou. Estou muito mais preocupado com a descoberta de um novo planeta. E todos devíamos estar. De certeza que amanhã, no horário de trabalho, o tema é o futebol e não o 25 de Abril ou a Gliese 581. Quê? É a estrela do novo planeta que, a 20 anos-luz, passa a ser a menina dos olhos dos astrónomos e doutros "cabeças no ar". Não estarei lá para o confirmar.Fico preocupado com o facto de já pouco ligarem à velha Terra e, agora, como é novidade, apontarem todo os holofotes à Super Terra. Como somos pouco deligentes nas coisas terrenas, é mais fácil fazer as malas e mudar de casa. O último apaga a luz. Se alguem cá ficar que se cuide.
23/04/2007
Amarras

Lanças teu olhar
No horizonte distante
Onde o céu cai no mar
A gaivota que cante
Tua beleza ímpar
Desejo constante
Querer e alcançar
Amor tonificante
Saber saborear
O sal penetrante
Na pele a brilhar
Pó de diamante
A cristalizar
Corpo cintilante
A naufragar
Barco sem tripulante
Para comandar
Porto confiante
Cais para ancorar
Braços de amante
Cordas de amarrar
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Pedro Arunca
2007/04/23
No horizonte distante
Onde o céu cai no mar
A gaivota que cante
Tua beleza ímpar
Desejo constante
Querer e alcançar
Amor tonificante
Saber saborear
O sal penetrante
Na pele a brilhar
Pó de diamante
A cristalizar
Corpo cintilante
A naufragar
Barco sem tripulante
Para comandar
Porto confiante
Cais para ancorar
Braços de amante
Cordas de amarrar
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Pedro Arunca
2007/04/23
15/04/2007
Sementes perdidas
Perdido de mim
Como abelha num jardim
As palavras acabaram
Nossas mãos se amaram
Senti-me a levitar
O coração a saltar
Para fora do peito
Fiquei sem jeito
As pernas fraquejam
Nossas bocas se beijam
A química a funcionar
Corpos liquefeitos
Um campo magnético
Movimento frenético
Êmbolos e máquinas
Os lençóis são páginas
Do livro impossível
Fruto apetecível
Folhas esquecidas
que o tempo enrugou
Flores caídas
que a abelha não beijou
Sementes perdidas
no segredo da terra
Só a chuva revela
às nuvens da serra
a vontade dela
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Pedro Arunca
2007/04/15
Como abelha num jardim
As palavras acabaram
Nossas mãos se amaram
Senti-me a levitar
O coração a saltar
Para fora do peito
Fiquei sem jeito
As pernas fraquejam
Nossas bocas se beijam
A química a funcionar
Corpos liquefeitos
Um campo magnético
Movimento frenético
Êmbolos e máquinas
Os lençóis são páginas
Do livro impossível
Fruto apetecível
Folhas esquecidas
que o tempo enrugou
Flores caídas
que a abelha não beijou
Sementes perdidas
no segredo da terra
Só a chuva revela
às nuvens da serra
a vontade dela
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Pedro Arunca
2007/04/15
14/04/2007
A palavra
Reduzir a palavra à essência
Como em qualquer ciência
Nada acontece por acaso
Semente não requer vaso
Reutilizar a palavra esquecida
É poder dar-lhe outra vida
Descobrir nova emoção
Reviver uma recordação
Reciclar a palavra usada
Das bocas muito afastada
Nos livros, feita mono
Encontra sempre dono
A palavra é fundamental
Erudita ou banal
Traduz o gesto e o afecto
Descreve o acto e o facto
Expõe o pensamento
Revela o sentimento
Uma palavra demolidora
É bomba detonadora
Arrasa sem contemplação
Um país ou um coração
A palavra é uma lança
Com ela leva a esperança
Que una povos e terras
Ponha fim às guerras
A palavra AMOR
É um enorme reactor
Que o mundo faz girar
E, em ON deve estar
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Pedro Arunca
2007/04/14
Como em qualquer ciência
Nada acontece por acaso
Semente não requer vaso
Reutilizar a palavra esquecida
É poder dar-lhe outra vida
Descobrir nova emoção
Reviver uma recordação
Reciclar a palavra usada
Das bocas muito afastada
Nos livros, feita mono
Encontra sempre dono
A palavra é fundamental
Erudita ou banal
Traduz o gesto e o afecto
Descreve o acto e o facto
Expõe o pensamento
Revela o sentimento
Uma palavra demolidora
É bomba detonadora
Arrasa sem contemplação
Um país ou um coração
A palavra é uma lança
Com ela leva a esperança
Que una povos e terras
Ponha fim às guerras
A palavra AMOR
É um enorme reactor
Que o mundo faz girar
E, em ON deve estar
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Pedro Arunca
2007/04/14
05/04/2007
Páscoa
No meu tempo de menino
Ao ouvir o toque do sino
Todas as portas se abriam
Vinha o padre com a cruz
Beijávamos os pés a Jesus
As mesas enriqueciam
Com oferendas e flores
Amêndoas de várias cores
As casas abençoadas
Muito bem ensinadinhos
Visitávamos os padrinhos
As prendas desejadas
Eram mais e novos brinquedos
Pois contavam-se pelos dedos
Naquele tempo de criança
Os que faziam a nossa alegria
Nas brincadeiras de cada dia
Hoje tempo de abastança
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Pedro Arunca
2007/04/05
Ao ouvir o toque do sino
Todas as portas se abriam
Vinha o padre com a cruz
Beijávamos os pés a Jesus
As mesas enriqueciam
Com oferendas e flores
Amêndoas de várias cores
As casas abençoadas
Muito bem ensinadinhos
Visitávamos os padrinhos
As prendas desejadas
Eram mais e novos brinquedos
Pois contavam-se pelos dedos
Naquele tempo de criança
Os que faziam a nossa alegria
Nas brincadeiras de cada dia
Hoje tempo de abastança
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Pedro Arunca
2007/04/05
03/04/2007
Amigos de infância
Hoje lembrei dos tempos de criança.Recordei muitos amigos de infância.
Com eles brinquei, briguei e estudei.
Amigos de sempre que um dia deixei.
Poucos brinquedos, muito riso e brincadeira.
Improvisar com caricas, latas e madeira.
O peão a rodar na palma da mão.
O prego no chão. O primeiro era campeão.
A bola na rua e no recreio da escola.
A bicicleta, roda vinte e oito, feita num oito.
Os carrinhos de esferas com “aceleras”.
Rolha, chumbo, anzol, 2m de fio e cana do rio.
Os berlindes coloridos, ganhos e perdidos.
Os cromos da bola na caderneta com cola.
Nas férias, os dias eram pequenos.
Na escola, enchiam os cadernos.
Brincar na rua, tinha hora marcada.
Não ouvir chamar e fugir da palmada.
Muitas diabruras, dos livros de aventuras.
Fomos índios e cowboys e fantasmas de lençóis.
À noite os sustos, escondidos nos arbustos.
Tudo nas caminhas, tocavam as campainhas.
Dar aos sapatos. Na frente iam os gatos.
Antes que se apague a lembrança,
Escrevo o que a memória alcança.
Viver e brincar, sempre o fiz e farei.
Os amigos, nunca esquecerei.
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Pedro Arunca
2007/04/03
30/03/2007
As cores mudaram
Ausentas-te para onde ninguém te procura.
Deixas um rasto de inquietude, que não te abala.
Ouves o silêncio a abafar os teus medos.
Uma miragem é o teu oásis. Quase real.
Deslumbram-te, nas areias estéreis,
as figuras que o sol desenha ao partir.
Tempestades. Saudades do mar revolto.
As estrelas são as mesmas que deixaste.
Cá, que daí não alcanças,
ficaram os que te amam e desejam,
sem o desfrute que a novidade representa.
Vens do nada com coisa nenhuma.
Explicas o que não sabes e não queres.
Refugias-te em estados de alma que o corpo não consente
Pintas o céu com azul do mar.
As cores, aqui, mudaram.
________________
Pedro Arunca
Deixas um rasto de inquietude, que não te abala.
Ouves o silêncio a abafar os teus medos.
Uma miragem é o teu oásis. Quase real.
Deslumbram-te, nas areias estéreis,
as figuras que o sol desenha ao partir.
Tempestades. Saudades do mar revolto.
As estrelas são as mesmas que deixaste.
Cá, que daí não alcanças,
ficaram os que te amam e desejam,
sem o desfrute que a novidade representa.
Vens do nada com coisa nenhuma.
Explicas o que não sabes e não queres.
Refugias-te em estados de alma que o corpo não consente
Pintas o céu com azul do mar.
As cores, aqui, mudaram.
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Pedro Arunca
28/03/2007
Erika
Não queres o Sol, nem lhe pedes nada.Eternos momentos. Vida inspirada.
Mais luz nos dias. Muito calor no coração
Consomes-te no fogo vivo duma paixão
No mundo que te rodeia e te movimentas.
Dás tudo por tudo. Muito reinventas.
Sentimento e vontade, de te dares inteira
Pensamentos livres. Da arte prisioneira.
Misturas na comida sabores com mil cores.
O caos na tua vida, como com teus amores.
Na tela, fixas teus sublimes desejos:
Pintar paisagem com flores, poemas e beijos
Cada amigo, um quadro. Cada quadro, sua história.
Galeria de rostos, expostos na memória
Sorrisos nos pratos com a música dos talheres.
Os copos bebem as palavras dos homens e mulheres.
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Pedro Arunca
2007/03/28
25/03/2007
Mousse de morango
Ingredientes:Morangos (1/2 Kg)
Leite Condensado (1 lata peq)
Claras (3)
Folhas de Gelatina (3)
Preparos:
-Bater as claras em castelo.
-Retirar os pés aos morangos e triturá-los com a varinha mágica. Se deixar repousar o "batido", pode assm separar a borra formada pelas "grainhas".
-Dissolver as folhas de gelatina num pouco de água morna.
Conclusão:
Na taça de servir, deitar o leite condensado, o batido e as claras. Envolver com a varinha mágica (ac. arames), juntando a gelatina. Levar ao frigorífico.
22/03/2007
Primavera
A Primavera é tela coloridaQuem será seu pintor
Mais alegre nos torna a vida
Muitas cores tem o amor
A Primavera é sinfonia
Quem será seu compositor
Mais feliz nos soa o dia
Muitos pássaros a compor
A Primavera é jardim
Quem será seu jardineiro
Mais perfumes num sem fim
Muitas flores no canteiro
A Primavera é magia
Quem será que a faz
Mais sorrisos e euforia
Muita gente é capaz
A Primavera é notícia
Quem será que a vai dar
Mais brincadeiras, que delícia
Muitas andorinhas a chegar
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Pedro Arunca
2007/03/21
12/03/2007
Nasci de novo
Errei na noite,
seguindo a luz
trémula do horizonte.
Farol de abrigo
chamando o barco,
ao aconchego do cais.
No teu convés
adormeci, cansado.
O teu vestido jaze
como vela arreada.
Nasci de novo,
quando o sol queimou o breu.
No sal da pele,
A esperança consumida.
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Pedro Arunca
seguindo a luz
trémula do horizonte.
Farol de abrigo
chamando o barco,
ao aconchego do cais.
No teu convés
adormeci, cansado.
O teu vestido jaze
como vela arreada.
Nasci de novo,
quando o sol queimou o breu.
No sal da pele,
A esperança consumida.
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Pedro Arunca
Noite
Apaga-se o dia farto de sol.
Hoje não nasceste para mim.
Embebo-me nas palavras que a noite dita.
A rádio preenche o silêncio dos sós.
95.7 MHz não distorcem o meu pensamento,
ondas de ternura sobrepostas.
Outras barreiras quebram vontades.
Frequências moduladas.
Hoje não nasceste para mim.
Embebo-me nas palavras que a noite dita.
A rádio preenche o silêncio dos sós.
95.7 MHz não distorcem o meu pensamento,
ondas de ternura sobrepostas.
Outras barreiras quebram vontades.
Frequências moduladas.
11/03/2007
MÃE e MULHER
Com letra pequena
escrevo este poema
Germina a semente
que será gente
No útero o ser
O peito a crescer
Outro coração
na palma da mão
Viver por dois
Meses depois
chôro da partida
Alegria dorida
Momento feliz
Cortar a raíz
Conforto do colo
o melhor solo
Sorrisos e afecto
o melhor tecto
Com maior letra que houver
Se escreva MÃE e MULHER
escrevo este poema
Germina a semente
que será gente
No útero o ser
O peito a crescer
Outro coração
na palma da mão
Viver por dois
Meses depois
chôro da partida
Alegria dorida
Momento feliz
Cortar a raíz
Conforto do colo
o melhor solo
Sorrisos e afecto
o melhor tecto
Com maior letra que houver
Se escreva MÃE e MULHER
02/03/2007
Vem depressa
Oh fonte dos desejos,
sacia o meu viver.
A dor dos teus beijos,
agora, quero ter.
Oh chama desta dor,
porque ardes sem cessar?
Vem depressa, amor
não a posso suportar.
O calor me consome.
Esqueço o tempo e a fome.
Faminto, o acalento.
Qual o teu rumo?
Barco sem prumo?
Sem destino, não tento.
______________
Pedro Arunca
1980/04/23
sacia o meu viver.
A dor dos teus beijos,
agora, quero ter.
Oh chama desta dor,
porque ardes sem cessar?
Vem depressa, amor
não a posso suportar.
O calor me consome.
Esqueço o tempo e a fome.
Faminto, o acalento.
Qual o teu rumo?
Barco sem prumo?
Sem destino, não tento.
______________
Pedro Arunca
1980/04/23
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